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Inverno aumenta a procura por exames de função pulmonar



Rápido e indolor, o teste que mede os volumes e fluxos de ar que entram e saem dos pulmões é o grande auxiliar do médico na definição do diagnóstico de doenças respiratórias

Quando o frio ataca a cidade, provoca nas pessoas mais do que uma série de espirros, o espirômetro, aparelho utilizado para medir volumes e fluxos de ar nos pulmões, entra em ação. “Ele é o grande auxiliar do médico para verificar se há ou não aumento da resistência das vias aéreas inferiores”, explica o pneumologista Dr. José Arivaldo Rossi, certificado em espirometria pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Fisiologia, responsável pelo Laboratório de Função Pulmonar dos Laboratórios NASA.

Na linguagem das doenças de inverno mais comuns, o comprometimento das vias aéreas superiores pode se traduzir por crises prolongadas de tosse diurna ou noturna, pigarro e dispnéia (falta de ar) e, nas vias aéreas inferiores, assume principalmente os nomes de bronquites ou asma, que tanto assustam as mães e as crianças no inverno. As chamadas “doenças pulmonares obstrutivas crônicas” (DPOC), que além da asma inclui o enfisema, por exemplo, muito frequente em fumantes, também são indicações certeiras para o teste do espirômetro.

“A espirometria é um exame que auxilia na prevenção e permite o diagnóstico e a quantificação dos distúrbios ventilatórios. Deve ser parte integrante da avaliação de pacientes com sintomas ou doenças respiratórias já conhecidas”, diz o médico do NASA. Embora ainda seja pouco utilizada no Brasil, sua indicação vem crescendo a cada inverno, quando as gripes e resfriados facilmente se transformam em problemas pulmonares mais sérios, atingindo principalmente, crianças e idosos.

Rápido e indolor, o teste é feito com o espirômetro, aparelho composto de um pneumotacógrafo (mede os volumes e fluxos de ar dos pulmões) e um programa computadorizado de última geração. O paciente é monitorado ainda por um oxímetro de pulso, equipamento que mede a saturação de oxigênio do sangue arterial. Na prática, o paciente tem que assoprar a maior quantidade possível de ar dos pulmões, de uma só vez, dentro de um bocal ligado a um tubo. O técnico de função pulmonar estimula a saída do restante de ar com apelos como “mais, mais, mais” e, em seguida, pede ao paciente para inspirar novamente, de uma só vez, todo o ar expelido. Todo o processo dura apenas alguns minutos e o resultado sai em poucos dias.

“Os pediatras estão solicitando cada vez mais este teste, para melhorar o diagnóstico das bronquites e bronquiolites, por exemplo”, comenta o pneumologista do NASA. Doenças crônicas, como reumatismos, artrite reumatóide, lúpus eritematoso, entre outros, também são melhor diagnosticadas e tratadas com o acompanhamento da função pulmonar. Pacientes com asma, DPOC, doenças intersticiais crônicas (inflamação dos pulmões), pessoas que trabalham em indústrias químicas ou expostas a ambientes com poeiras, e aquelas que vão fazer cirurgia de tórax, coração, pulmão, obesidade, cirurgia do abdômen e de cabeça e pescoço também devem passar pelo teste do espirômetro. “O teste é de fácil execução, não invasivo, barato, seguro e razoavelmente sensível na detecção de doença respiratória”, diz o pneumologista.

No NASA, ele pode ser feito em qualquer das 12 unidades da rede, inclusive na recém-inaugurada Megaunidade do Tatuapé, pelos mais diversos planos e seguros de saúde, sempre em equipamentos de última geração.

Sobre o NASA
O NASA foi fundado no Tatuapé em 1972 e possui uma rede de 12 unidades: Penha, Itaquera, duas em São Miguel, São Mateus, Santana, Jabaquara, Guarulhos, Mogi das Cruzes, duas no Tatuapé e, em breve, uma nova unidade em Santo Amaro.

Entre seus diferenciais, o NASA é reconhecido pelo atendimento humanizado, personalizado, equipamentos de alta tecnologia e pessoal especialmente treinado, trabalhando sempre com a mesma filosofia: qualidade e profissionalismo no cuidado da saúde dos pacientes.

NASA Laboratório Diagnóstico e Saúde – Assessoria de imprensa
Ecco Press Comunicação | (11) 5543-0039
Nilza Botteon – nilza.botteon@eccopress.com.br
Camila Michel – camila.michel@eccopress.com.br

Nilza Botteon

Mais de 20 anos de experiência em Jornalismo, com ênfase em Assessoria de Imprensa, desenvolvendo e liderando projetos de Construção de Marca e Relacionamento com a Imprensa. Sócia-fundadora e diretora da Ecco Press Comunicação desde 2003, ao lado de Renata Garcia Bernardes.

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